Ano
O Centro de Convenções e Exposições de Wellington, Tākina, apresenta um design escultural distinto influenciado por diversos elementos, como sua localização costeira, os impressionantes e frequentemente selvagens padrões de vento da cidade e suas características geográficas.
"O significado de Tākina
O nome Tākina foi dado por Kura Moeahu, de Taranaki Whānui. Tākina significa invocar, convocar, conectar e revelar, em te reo Māori. Em Wellington, a força mais poderosa que aqui é convocada é o vento.
Te Whanganui-a-Tara (porto de Wellington) é conhecido por seus ventos únicos e diversos. Em alguns dias, eles rugem sobre o porto, soprando tudo à sua frente. Em outros momentos, são suaves, acolhedores, calmos. Prezamos e invocamos cada um deles, pois juntos tornam Wellington um lugar único.
Esses ventos são uma metáfora para a magia, exuberância, e partilha de ideias. Os ventos expressam a transferência de conhecimento de uma geração para outra. Eles impulsionam as coisas para frente. Eles trazem verdades e pontos de vista aqui do universo e os transmitem a outros, a milhares de milhas de distância. "— StudioPacific Architecture
O Centro de Convenções e Exposições de Wellington, Tākina, apresenta um design escultural distinto influenciado por diversos elementos, como sua localização costeira, os impressionantes e frequentemente selvagens padrões de vento da cidade e suas características geográficas.
"O significado de Tākina
O nome Tākina foi dado por Kura Moeahu, de Taranaki Whānui. Tākina significa invocar, convocar, conectar e revelar, em te reo Māori. Em Wellington, a força mais poderosa que aqui é convocada é o vento.
Te Whanganui-a-Tara (porto de Wellington) é conhecido por seus ventos únicos e diversos. Em alguns dias, eles rugem sobre o porto, soprando tudo à sua frente. Em outros momentos, são suaves, acolhedores, calmos. Prezamos e invocamos cada um deles, pois juntos tornam Wellington um lugar único.
Esses ventos são uma metáfora para a magia, exuberância, e partilha de ideias. Os ventos expressam a transferência de conhecimento de uma geração para outra. Eles impulsionam as coisas para frente. Eles trazem verdades e pontos de vista aqui do universo e os transmitem a outros, a milhares de milhas de distância. "— StudioPacific Architecture
Com uma área total de 18.000 metros quadrados, o edifício apresenta uma fachada de vidro reflectante que complementa a sua forma fluida. O vidro adopta cores e brilhos diferentes de acorco com condições de luz ao longo do dia, proporcionando uma aparência mutável. Em alguns momentos, o edifício apresenta um visual coeso e monolítico, enquanto em outros, a sua translucidez revela a sua forma interna e as atividade que ocorre no seu interior.
O design interior de Tākina é propositadamente discreto, utilizando materiais que refletem os tons da terra ee as cores vibrantes de Wellington.
Cada andar é organizado em torno de uma caixa interna distinta que acolhe as funções principais do edifício. Estas caixas são revestidas com painéis de madeira de carvalho natural, com transições de cor que vão do escuro ao claro à medida que se sobe os andares, simbolizando a jornada de Papatūānuku (mãe terra) a Ranginui (pai céu) e além.
O andar térreo abriga o lobby público principal, uma grande área de exposições, lojas e espaço de café. Um pátio ao ar livre voltado para o oeste proporciona luz natural ao lobby público central.
Destaca-se ainda o espaço de exposição de 1.280 m2, a maior galeria da Nova Zelândia, projetado especificamente para atrair e acolher exposições internacionais significativas, criando uma experiência dinâmica para os visitantes.